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Share de mercado: descubra 7 formas de mapear o seu

Saiba onde está sua concorrência e identifique oportunidades em qualquer um dos mais de 5.500 municípios do Brasil

Independentemente do segmento de atuação, entender o share de mercado da sua empresa é importante para saber o quanto de potencial é possível extrair de um lugar.

Entretanto, mensurar isso costuma ser um desafio. Como mapear com exatidão a presença da concorrência em todos os locais em que existe uma unidade, no caso do varejo?

Ou mesmo no setor industrial, identificar pontos de venda estrategicamente situados onde há maior público para o produto também é uma questão complexa.

Fazer essas estimativas é mais simples do que parece. Isso porque, com dados precisos e profissionais bem capacitados, os resultados podem ser exponenciais.

Saiba mais sobre isso.

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1. Share de mercado: o principal software para análise

Para descobrir o quão competitivo é um território, é necessário ter dados confiáveis e profundos dele. No Brasil, as grandes e médias empresas utilizam principalmente o OnMaps, desenvolvido por nós, da Geofusion, para realizar essas análises de mercado.

Isso porque se trata da ferramenta líder em inteligência geográfica no país, a qual extrai e disponibiliza informações de qualquer uma das mais de 5.500 cidades componentes do território nacional.

Já quando se trata de demandas pontuais e de alta complexidade, as companhias contratam nossos serviços de Consultoria, contando com o atendimento dos maiores especialistas do mercado.

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Com o OnMaps, é possível realizar diversas análises, como:

2. Varejo: ampla visão competitiva

Um dos usos mais comuns das nossas soluções para identificar o share de mercado de uma região é feito pelas redes de varejo. Com apenas alguns cliques, os usuários identificam seus concorrentes facilmente.

O exemplo abaixo é bastante ilustrativo disso. Consideramos uma rede fictícia de mini, super e hipermercados procurando expandir para uma parte específica de Salvador (BA).

Em pontos vermelhos, representamos as empresas de grande porte do segmento. Nos triângulos verdes, as pequenas, médias, entre outras:

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Mini, super e hipermercados em Salvador – BA, divididos por microáreas


Como é possível perceber no mapa acima, ainda que ficar atento às grandes redes seja importante, elas estão longe de constituir a única ameaça ao negócio.

O setor supermercadista é um caso significativo disso, uma vez que se trata de um segmento bastante pulverizado.

No entanto, em outras situações também é importante possuir dados granulares para entender onde é mais auspicioso aumentar o market share.

3. Ensino: comparação de presença público x privado

Se, quando se trata de mini, super e hipermercados, os diferentes portes merecem atenção em relação à análise de concorrência, no caso das instituições de ensino regular há um outro aspecto importante a se levar em consideração.

Trata-se da participação do setor público no mercado.

No que diz respeito aos níveis básico e superior, é necessário observar que, além dos outros players, o público-alvo da companhia vai ter mais essa opção em sua lista quando for realizar a sua matrícula.

Entretanto, é possível estimar também essas unidades, e inclusive o quanto a população que mora no entorno estaria disposta a pagar por mês com inscrição e mensalidades de cursos.

No mapa abaixo, procuramos por essas informações em João Pessoa (PB). As microáreas em tons mais escuros são as que possuem maior potencial de consumo para esses serviços para cursos de nível básico.

Nas estrelas vermelhas, identificamos então as escolas públicas e, em amarelo, as privadas:

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Potencial de consumo para matrículas e mensalidades de cursos regulares e presença de concorrência em João Pessoa – PB


Logo se percebe que ocorre uma concentração de unidades nos arredores de João Pedro II, Cidade Universitária, Jaguaribe, Centro e Bairro dos Estados, principalmente de instituições públicas.

Entretanto, a relação entre a presença de escolas privadas e a intenção de consumo por parte da população local sugere um cenário com boas oportunidades para uma expansão do ensino privado.

Isso pode ocorrer por diversos fatores, como a quantidade de habitantes, a renda média domiciliar, entre outros.

Para entender se de fato seria o caso de investir no local, o usuário poderia então fazer uma análise de inteligência geográfica e avaliar os resultados que conseguiria obter com base nos fatores de sucesso da empresa.

4. Saúde: entendimento de potencial de consumo

Estudos como esses podem ser feitos de maneira ainda mais precisa, considerando características específicas do público-alvo que se pretende atingir.

Por exemplo, uma rede de saúde que tenha como foco uma população de renda média domiciliar C1 – isto é, entre R$ 2497,01 e R$ 4508,01 mensais – conseguiria localizar facilmente com o OnMaps onde ela se concentra.

No mapa abaixo, os tons mais escuros indicam as microáreas de Belo Horizonte (MG) em que há maior quantidade de habitantes com esse perfil e que pretendem gastar com consultas, tratamentos, exames e hospitalização.

Os mais claros representam onde esse cruzamento de potencial e renda é menor.

Além disso, indicamos nos triângulos verdes os laboratórios médicos e odontológicos do município, independentemente do porte.

Nota-se um mercado oportuno especialmente fora do centro, com uma concorrência muito menor e grande interesse dos moradores nesses serviços:

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Potencial de consumo por renda média C1 para despesas com Saúde em Belo Horizonte – MG


5. Financeiro: atração por tráfego no entorno

Esses estudos de mercado podem considerar também informações relacionadas aos hábitos da população, como a circulação de pessoas em um território.

Em diferentes segmentos, esse fator é bastante utilizado para entender o quanto um local consegue atrair em fluxo de clientes a partir de quem esteja passando pelos arredores.

Para isso, as empresas analisam o PEA Dia, isto é, a População Economicamente Ativa que frequenta o lugar, considerando moradores e trabalhadores.

Caso típico disso são os bancos – que, como mostramos abaixo, analisam o share de mercado identificando também outras oportunidades para expansão.

No exemplo, buscamos pelas unidades de grandes redes de agências bancárias em Porto Alegre (RS), verificando ainda o PEA Dia por microárea.

Nota-se que, embora exista uma concentração de concorrentes no centro da cidade, em outros territórios nas proximidades seria possível aproveitar a movimentação para estratégias de expansão:

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Agências bancárias e População Economicamente Ativa em Porto Alegre – RS


6. Indústria: cálculo de presença de mercado

Outra forma de entender o share de mercado consiste em mapear PDVs potenciais para oferta de produtos, que é o caso de utilização das indústrias de bens de consumo.

Neste caso, um fabricante pode procurar entender um lugar específico, como na representação abaixo, em que analisamos a microárea de Batel, em Curitiba (PR), considerando a perspectiva de um player interessado em vender bebidas ao varejo.

Para isso, levamos em conta que a empresa já teria dois bares comercializando seus produtos – os quais indicamos nas bolinhas vermelhas abaixo -, e gostaria de saber quais outros existiriam nos arredores, abrangendo ainda as discotecas locais.

O OnMaps logo indicou outros 60 pontos nos quais essa indústria poderia fazer sua prospecção – mostrados na imagem nas estrelas azuis.

Ou seja, a participação de mercado dessa fabricante, que então seria de apenas 3,2% no território escolhido, teria a possibilidade de tornar essa presença 30 vezes maior na região.

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Importação de base de clientes x bares e discotecas em Batel, microárea de Curitiba – PR


7. Imobiliário: análise de perfil da população

Por fim, também no setor imobiliário é possível estimar o quanto a empresa está presente em territórios estratégicos.

Isso depende, portanto, das características às quais ela procura se associar quando realiza seu planejamento: se prefere investir em imóveis mais comerciais ou residenciais, de padrão alto ou médio, e assim por diante.

De maneira muito similar às indústrias, as imobiliárias conseguem importar uma base de endereços e então fazer uma análise do entorno, como abaixo:

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Número de imóveis pertencentes a imobiliária fictícia em São Paulo x renda média por microárea


Neste caso, consideramos uma companhia que vende e aluga residências de custo mais elevado e que, após fazer estimativas internas, descobriu que,
para ser viável, precisaria estar em locais onde os habitantes ganhassem acima de R$ 10.000,00 por morador.

Além de identificar se os imóveis que fazem parte de sua carteira estão em pontos condizentes com esse perfil, a companhia consegue ainda analisar outros aspectos do entorno do ponto, como a quantidade de moradores por domicílio e hábitos de consumo da população.

Nesta análise em específico, nota-se que todos os pontos estão de acordo com a expectativa, o que indica que seria um território interessante para adquirir outros imóveis nas proximidades.

Neste post, mostramos algumas das formas possíveis de fazer uma análise de share de mercado com ferramentas de inteligência geográfica como o OnMaps.

Mas há muito mais conteúdo sobre isso a ser explorado para estudos precisos baseados em dados, independentemente do segmento. Quer saber mais? Nós recomendamos que você continue com este aqui:

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