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Confira 5 grandes apresentações que já passaram pelo Geotrends

O maior evento de geomarketing da América Latina está chegando, e veja um pouco do que já rolou em outras edições

No dia 18 de agosto, realizaremos a 15ª edição do Geotrends, o maior evento de inteligência geográfica da América Latina.

Serão 10h de conteúdos diversos com grandes especialistas discutindo tendências nos setores varejista e de indústria, apresentando dados e como as companhias estão se planejando para os desafios de 2023.

Ao longo desses anos, já contamos com a participação de Ambev, Danone, Euromonitor, O Boticário, Live University, SEMRush, entre dezenas de outros convidados de alta relevância no mercado.

Desta vez, teremos a mediação da jornalista Helen Braun, da Rádio e TV Bandeirantes, e a colaboração de empresas e institutos como Copenhagen Institute For Futures Studies Latin America, WGSN, e muito mais.

Mas afinal, por que o Geotrends desponta como líder quando o assunto é inteligência geográfica?

Apenas nas últimas edições, enquanto alguns temas ainda estavam sendo discutidos em diferentes setores do mercado – e, atualmente, caminham para fase de implementação em inúmeras empresas – nossos convidados já os apresentavam com maestria ao público.

Confira alguns deles.

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1. WGSN: A confiança da marca como indicador

Em um mundo cada vez mais conectado e repleto de informações, saber filtrá-las e diferenciá-las das desinformações se tornou crucial.

Por isso, o nível de confiabilidade das empresas é um KPI e um grande diferencial competitivo: ou seja, sua transparência nas informações e a consistência de suas ações.

Apenas demonstrar apoio a uma causa já não é mais aceitável por parte dos consumidores, por exemplo. Para que eles escolham o produto de uma marca, é necessário que haja comprometimento com as causas que ela diz apoiar.

É sobre isso que tratou a apresentação de Stefano Arpassy, da WGSN, no ano de 2020, ocorrida virtualmente em um contexto de pico de casos de coronavírus e manifestações como #BlackLivesMatter e #MeToo.

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2. Euromonitor: mudanças no consumo na pandemia

E por falar em pandemia, foi nesta mesma edição que Angelica Salado, da Euromonitor International, indicou mudanças que já estavam acontecendo no mercado em decorrência do distanciamento social.

Com as pessoas ficando mais tempo em casa, comportamentos presentes ainda em 2022 já se mostravam evidentes, como a aceleração de investimentos das companhias em plataformas digitais de consumo, caso dos e-commerces e delivery.

Além disso, ocorreu ainda o efeito de os consumidores passarem a dar preferência a comércios locais.

Isto é, aqueles de menor porte e situados próximos de casa passaram a ter seu lugar ao sol – diferentemente do que costuma ocorrer de predominarem grandes redes de centros comerciais.

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3. Geofusion: o que as crises sanitárias ensinaram sobre geomarketing

Mas, afinal, essas mudanças todas são acontecimentos historicamente inéditos? Como mostrou Susana Figoli, nossa diretora de Inteligência, elas não são, e inclusive a inteligência geográfica surgiu em um cenário parecido com este.

No século XIX, o médico John Snow procurou investigar as causas de um surto de cólera que acontecia em parte da Inglaterra. Até então, os profissionais da época acreditavam que ela se disseminava pelo ar.

No entanto, ao mapear os casos, Snow descobriu que o motivo era uma contaminação na água da população. Isso levou a uma remodelação no modo de se planejar o espaço urbano e a responder a crises sanitárias.

Figoli indicou ainda que efeito similar acontece no mercado. Como forma de lidar com uma doença que se espalhava entre as pessoas – no caso atual, o coronavírus – novos formatos de lojas e modelos de organização das cidades surgiram.

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4. Ibevar: tendências no varejo para o pós-pandemia

E por falar em em adaptações de lojas, este foi justamente o tema apresentado por Patrícia Cotti, do Ibevar, em 2021, ao apontar as tendências que despontariam no varejo após a pandemia.

Cotti apresentou como as empresas do setor já haviam se adaptado a diferentes formas de atendimento a seus clientes, investindo em LiveCommerces, Ecossistemas digitais, SuperApps, Ships from stores, entre outros.

No centro dessas estratégias estaria a integração entre canais online e offline, diversificando os canais por meio dos quais os clientes poderiam comprar seus produtos e ter experiências de compra marcantes.

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5. Live University: neurobusiness e a mente do consumidor

“Experiência” foi uma palavra-chave também para Alex Leite, da Live University, que apresentou o conceito de “neurobusiness” no Geotrends do ano passado.

Cores, cheiros, sensações e até mesmo o modo como determinados elementos são organizados dentro do site foram aspectos ressaltados pelo convidado como estímulos causadores de determinadas emoções em possíveis clientes.

Isto é, trata-se de aspectos que influenciam na impressão positiva ou negativa que eles terão a respeito de uma loja, uma marca, e assim por diante – consequentemente, impactando nos resultados da empresa.

Portanto, o estudo de atividades neurais tem se tornado importante para decisões estratégicas das companhias, direcionamento de ações, e mais.

Já deu para ter um gostinho de como é o Geotrends? Então não perca essa próxima edição repleta de novidades. Confira a programação e se inscreva aqui:

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